Reflexão!

Capa Livro Crônicas de um Viajante

Quando os primeiros homídeos caminharam no planeta viviam da mesma forma que todas as outras criaturas com as quais até hoje convivemos. Os sentimentos, reações e necessidades àquela época eram iguais. É o que nos revela a ciência moderna.

Seriam nossos ancestrais primordiais mais felizes? Teriam medo do infortúnio? Teriam consciência da vida e da morte?

Tais sentimentos são muito sofisticados para aquelas mentes ainda no início da evolução. Foram necessários milênios para nossas mentes atingirem tal capacidade de processamento.

Quando nos sentimos felizes, estamos de bem com o mundo, expressão bem conhecida e que espelha a realidade, literalmente. Neste estado somos capazes de realiza nossos melhores empreendimentos, ter nossos melhores momentos de criação e até abraçar nossos semelhantes. Talvez seja este o estímulo que nos leva a estar sempre na procura de uma quimera que nos faça felizes.

Pode ser esta a nossa mais contundente característica a nos diferenciar do restante das criaturas no planeta.

A procura da felicidade, para nós, se reveste de tamanha importância, que cometemos o paradoxo de ferir ou magoar nossos semelhantes na busca de algo que nos faça felizes.

Quando, segundo a Bíblia, Deus, do barro criou o homem denominando-o Adão e da costela de Adão criou a mulher, chamando-a de Eva. Ambos só tiveram a noção da felicidade ao perde-la.

Este é o ponto fulcral da nossa civilização: É impossível identificar o positivo, o bem, a felicidade, se não conhecemos o negativo, o mal e a infelicidade.

A forma que nossos “espíritos” têm de conhecer tais paradoxos é incorporando na matéria, na forma do humano consciente e vivenciando todos os percalços que oferece a vida nestas condições.

Isso deve ser importante para a evolução dessas entidades transcendentais, que na realidade e no presente momento, são parte de nós

Voltando a Bíblia, as criaturas criados por Deus, Adão e Eva, enquanto “ignorantes no Paraiso, presumivelmente, não percebiam uma pequena diferença que os caracterizava como macho e fêmea e que viria a se tornar no maior instrumento de poder que o humano conheceu: o sexo.

Mas o que o sexo tem a ver com a Felicidade?

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