O sol surge toda a manhã inundando a terra com sua luz e calor !

 

A humanidade, em toda a sua história, sempre se sentiu atraída pelo extraordinário. A sua própria concepção de sociedade e a imaginação de divindades é uma forma de proteção, uma resposta ao desconhecido.

A humanidade, em particular àqueles que habitam este planeta há mais de 70 anos, está tendo a oportunidade de assistir a mudança dos paradigmas, ditados pelas religiões, no seio da sociedade.

Esta revolução, capitaneada pelo processamento eletrônico da informação, ferramenta, que assim como todas as outras que sempre desenvolvemos para potencializar nossas capacidades, está projetando a humanidade em um universo sem limites, onde a cada novo conhecimento nos deparamos com um leque de incertezas, ou novos desafios.

Resvalando no lugar comum, porém necessário dizer, o nosso progresso depois da 2ª grande guerra não tem parâmetro com todo o período anterior da humanidade.

Embora muitos de nós ainda não perceberam, a evolução do processamento da informação não está se dando apenas nos equipamentos eletrônicos, mas também na mente humana. O indivíduo moderno está se revelando com capacidades antes desconhecidas e as descobertas no campo da metafísica e da física quântica extrapolam a tudo o que se imaginava anteriormente.

O próprio conceito do Big-Bang, que evolui para o do Universo pulsante e mais ainda que este conceito se aplica tanto a níveis macro e micro e que se resume na transformação de matéria em energia e vice-versa, finalmente nos intuindo o conceito da eternização.

Seríamos eternos sob a ótica da imortalidade do nosso software?

Cada conjunto formador de um indivíduo humano é um conjunto diferente. É necessário um processo exógeno para rememorarmos fatos vividos pelo nosso software em outro indivíduo.

O que nos leva ao primeiro questionamento: Sob a ótica humana e sem escorregarmos para a singeleza religiosa, o que fazemos aqui? Ou ainda sob a ótica transcendental, se o nosso software sobrevive à matéria, o que significa a sua existência?

Será que a evolução desse software, que comprovadamente está acontecendo, nos trará as respostas? Ou então ampliará o leque das nossas incertezas?

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